Já tinham se passado 28 minutos do segundo tempo, quando Vandinho entrou em campo. A essa altura do jogo, o Flamengo já perdia por 1 a 0 para o Sport, em pleno Maracanã, diante de um público de mais de 40 mil pessoas, sendo que dentre elas estavam eu e meu pai.
Assistindo o jogo em pé, debaixo de uma tempestade incessante e vendo meu time praticamente dar adeus às chances de título, ter um guarda-chuva a minha disposição era meu único alento.
Os minutos iam se passando e meu pai ficava cada vez mais insatisfeito. "É brincadeira! Esse povo todo paga o ingresso caro e os caras retribuem desse jeito!". Já eu pensava "pior somos nós dois que temos o jogo passando lá em casa no Premiere e tamos aqui tomando chuva na cabeça. O que que a gente veio fazer aqui?"
E num é que o Vandinho escutou minha pergunta! Aos 36 minutos, ele tratou de começar a me responder, dando um passe perfeito para o gol de Juan, que empatou o jogo. Minha comemoração não foi uma das mais empolgantes do estádio, até porque não estava muito afim de sair debaixo do guarda-chuva e o empate ainda era um mal resultado.
40, 41, 42, 43 do segundo tempo e nada da virada rubro-negra. Mas Vandinho é um aluno aplicado e não deixaria um torcedor ir para casa com apenas metade de sua pergunta respondida. Aos 44, ele finalmente me convenceu que valeu a pena trocar o conforto de meu sofá pelo chão imundo e ensopado das cadeiras do Maracanã. Com uma cabeceada que não deu chances de defesa ao goleiro adversário, o herói da noite deu a vitória ao Mengão.
Minha comemoração? Ah, nesse momento, sim, eu comemorei de verdade. Os segundos que antecederam o gol de Vandinho foram meus últimos momentos de contato com meu guarda-chuva. Para mim, após o gol, não estava chuvendo mais. Eu só queria saber de correr em direção ao Sol que brilhava para todos os flamenguistas, naquele momento.
Após o término da partida, meu pai me disse que os últimos cinco minutos de jogo, justamente os cinco minutos que fiquei comemorando o gol de Vandinho, foram o momento em que mais choveu. Eu não pude acreditar, pois depois do gol da virada, as únicas gotas d'água que me lembro de ver caindo eram aquelas que saíam de dentro dos meus olhos.
domingo, 28 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
O Fla-Flu dos goleiros.
Foi um jogaço! Flamengo e Fluminense protagonizaram uma das melhores partidas deste Brasileirão, em uma noite em que quem vestiu a camisa 1 ou a camisa 200 de seu time fez a diferença.
A atuação dos goleiros foi determinante para o resultado final do clássico. Do lado rubro-negro, o camisa 1, Bruno, não estava em uma noite inspirada. No primeiro gol do Fluminense, ele errou o tempo de bola e fez o argentino Conca sair comemorando o gol que abriu o placar da partida. Com o jogo já empatado em 1 a 1, Bruno falhou novamente, ao ficar parado olhando a bola entrar em sua meta, após um chute de muito longe de Maurício, que botou o Flu em vantagem de novo. Mas ao sair de campo vaiado, Bruno disse que não falhou nos dois gols do adversário.
- Na bola do Conca, eu estava encoberto e não vi quando ele chutou. E no gol do Maurício, pode colocar qualquer goleiro que não iria pegar aquela bola.
Já do lado tricolor, o goleiro foi o melhor do time em campo. Vestindo a camisa 200, em homenagem a seu jogo de número 200 pelo Fluminense, Fernando Henrique realizou defesas que o fizeram honrar a histórica posição de arqueiro do Tricolor das Laranjeiras. No primeiro gol do Fla, anotado por Marcelinho Paraíba, FH fez duas defesas espetaculares, antes da bola entrar. No segundo gol, feito por Kléberson e que definiu o clássico em 2 a 2, o camisa 200 não teve chance de defesa, pois a bola foi em seu contra-pé. Após o término do jogo, Fernando Henrique reconheceu sua boa atuação.
- Fiz uma boa partida e acho que ajudei o time durante os 90 minutos.
Com o empate, o time de FH e cia continua na décima quinta colocação e se prepara para enfrentar o líder Grêmio, em casa, sábado que vem, pela vigésima quarta rodada. Já a equipe de Bruno está melhor posicionada no campeonato. O Flamengo se manteve na sétima posição, a apenas dois pontos do G4, e terá como próximo desafio o Figueirense, fora de casa.
A atuação dos goleiros foi determinante para o resultado final do clássico. Do lado rubro-negro, o camisa 1, Bruno, não estava em uma noite inspirada. No primeiro gol do Fluminense, ele errou o tempo de bola e fez o argentino Conca sair comemorando o gol que abriu o placar da partida. Com o jogo já empatado em 1 a 1, Bruno falhou novamente, ao ficar parado olhando a bola entrar em sua meta, após um chute de muito longe de Maurício, que botou o Flu em vantagem de novo. Mas ao sair de campo vaiado, Bruno disse que não falhou nos dois gols do adversário.
- Na bola do Conca, eu estava encoberto e não vi quando ele chutou. E no gol do Maurício, pode colocar qualquer goleiro que não iria pegar aquela bola.
Já do lado tricolor, o goleiro foi o melhor do time em campo. Vestindo a camisa 200, em homenagem a seu jogo de número 200 pelo Fluminense, Fernando Henrique realizou defesas que o fizeram honrar a histórica posição de arqueiro do Tricolor das Laranjeiras. No primeiro gol do Fla, anotado por Marcelinho Paraíba, FH fez duas defesas espetaculares, antes da bola entrar. No segundo gol, feito por Kléberson e que definiu o clássico em 2 a 2, o camisa 200 não teve chance de defesa, pois a bola foi em seu contra-pé. Após o término do jogo, Fernando Henrique reconheceu sua boa atuação.
- Fiz uma boa partida e acho que ajudei o time durante os 90 minutos.
Com o empate, o time de FH e cia continua na décima quinta colocação e se prepara para enfrentar o líder Grêmio, em casa, sábado que vem, pela vigésima quarta rodada. Já a equipe de Bruno está melhor posicionada no campeonato. O Flamengo se manteve na sétima posição, a apenas dois pontos do G4, e terá como próximo desafio o Figueirense, fora de casa.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Flu perde mais uma e Renato está fora.
Na noite de ontem, o Ipatingão foi o palco do confronto entre os dois lanternas do Brasileirão. De um lado, o Fluminense que buscava vencer para ficar a apenas um ponto de sair da zona do rebaixamento. Do outro, o Ipatinga que precisava urgentemente da vitória para que não ficasse quatro pontos atrás do penúltimo colocado. A superioridade do Flu indicava que sua quinta vitória no campeonato estava perto, mas, aos cinco do segundo tempo, veio o lance que mudou o rumo da partida.Desde o início do jogo, já era perceptível que o Fluminense era o melhor time em campo. O problema era que a equipe carioca parecia estar sem muita vontade de atacar. Esta prostração do Flu aliada à baixa qualidade técnica do Ipatinga fizeram com que quase toda a primeira etapa fosse de dar sono. Bastava apenas ao Tricolor apertar o ritmo que o gol viria. E foi o que aconteceu. Nos últimos dez minutos, o Flusão foi pra cima do time mineiro e criou três chances claríssimas de gol. Em uma delas, Tartá contou com o desvio da bola na zaga do Ipatinga para abrir o placar.
O segundo tempo mal começou e o Flu quase ampliou. Tartá recebeu belo lançamento de Romeu e só não marcou seu segundo gol graças ao goleiro Fred. O bom início mostrava que o time de Renato Gaúcho não pensava em dar chance de reação à equipe mineira. Mas, aos cinco, o volante Fabinho tratou de acabar com esse objetivo. Ele deu uma entrada duríssima em Adeílson, deixando o Fluminense com um homem a menos em campo. Só mesmo a superioridade numérica faria o Ipatinga melhorar na partida. Tendo que jogar por 40 minutos com dez homens, o Flusão não resistiu à pressão mineira e sofreu a virada com gols de Adeílson e Kempes.
Com este resultado, Fluminense e Ipatinga passam a ter a mesma campanha: 4 vitórias, 4 empates e 11 derrotas. A lanterna, porém, fica nas mãos do clube mineiro, já que este possui menor saldo de gols. Algumas horas depois da partida, a diretoria Tricolor se reuniu e decidiu demitir Renato Gaúcho, técnico que levou o time até a final da Libertadores deste ano. Para seu lugar, Cuca deve ser contratado ainda hoje.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Parabéns, "torcedores" do Flamengo!
Na manhã da última terça-feira, a Gávea foi palco de um ato criminoso. Cerca de 30 vândalos, que se entitulam torcedores do Flamengo, invadiram o local de treinamento da equipe rubro-negra e começaram a protestar, devido à má fase do Fla, de uma maneira nada educada, com ofensas e ameaças aos jogadores. Mais grave ainda foi o fato de uma bomba ter sido jogada dentro de campo, onde os jogadores realizavam um treino coletivo.Estas pessoas merecem os parabéns e toda a admiração da nação rubro-negra. Isto porque eles conseguiram fazer com que o atacante uruguaio Richard Morales, que já havia acertado sua vinda para o Fla, desistisse de jogar pelo time do Rio, devido ao pedido de sua família que ficou muito assustada com as imagens da invasão do treino. Se a negociação tivesse sido concretizada, Caio Jr contaria com um ótimo centro-avante, justamente uma das posições mais carentes de seu elenco. Mas graças a brilhante idéia de alguns sujeitos que não representam a postura da maior torcida do Brasil, a equipe da Gávea continuará sem seu homem-gol, ainda mais depois da contusão do atacante Vandinho na derrota de ontem para o Goiás.
Há sete jogos sem vencer, o que o Mengão mais precisa nesse momento é de apoio, de sua verdadeira torcida ao seu lado. Mas se algum flamenguista estiver satisfeito com a atual fase de seu time e considerar que um elenco que não possui um meia-armador e um centro-avante artilheiro não precisa de reforços, continue a tacar bombas na Gávea.
domingo, 3 de agosto de 2008
Fim da paciência com a brincadeira de Renato.
Exatamente um mês depois de perder o título da Libertadores para a LDU, o Fluminense entrou em campo, diante de um Maracanã vazio, para encarar o Internacional. Após duas derrotas seguidas, a vitória do Tricolor era fundamental para levantar a moral dos jogadores e fazer a torcida voltar a apoiar o time. Mas o esperado pela maioria não veio e o que se escutou depois da partida foi o tradicional coro de "Burro!" direcionado a Renato Gaúcho. Para aqueles que não sabem o resultado final do jogo, agora ficou fácil, pelo menos, de saber quem foi o vencedor.
O Fluminense começou melhor no primeiro tempo. O argentino Conca, que tem parecido estar mais solto sem a presença de Thiago Neves, conduzia muito bem sua equipe ao ataque, mas Dodô não estava em uma noite boa e um gol dificilmente sairia. Já o Inter jogava na base do contra-ataque e foi desta maneira que marcou seus dois gols, ambos com Nilmar. Vendo seu time perder por 2 a 0, já na primeira etapa, Renato Gaúcho colocou, aos 30, o atacante Somália em campo para fazer companhia a Dodô. A alteração só foi surtir efeito no segundo tempo.
Acomodado pela vantagem de dois gols no placar, o Internacional entrou em campo, para a segunda etapa, muito recuado, apenas com Nilmar isolado na frente. A nova cara do time dada por Somália aliada a preguiça de seu adversário fizeram o Tricolor dominar amplamente os primeiros 30 minutos do segundo tempo, chegando a marcar um gol com o esforçado Somália, aos 25. Até este momento, o Flu subia ao ataque de maneira organizada, sem dar chances de contra-ataque ao time do Sul. Mas nos últimos 15 minutos de jogo, o que se viu foi um Fluminense partindo para cima na base do desespero, devido ao pouco tempo restante. Com isso, a equipe de Tite passou a aproveitar os espaços deixados pelo seu adversário e a chance de sair o gol de empate do Flusão era a mesma do Inter marcar pela terceira vez. Apesar do movimentado final de jogo, o placar não foi alterado: Fluminense 1 x 2 Internacional.
A torcida colorada saiu do Maracanã comemorando a primeira vitória fora de casa de seu time neste Brasileirão. Melhor do que isso é saber que os reforços Daniel Carvalho, Gustavo Nery e D'Alessandro ainda nem estrearam e a equipe já demonstra força para brigar pelo título. Já o Fluminense vive uma situação bem diferente. A lua-de-mel entre o time e a torcida terminou, fato que ficou muito claro quando muitos torcedores tricolores comemoraram a expulsão de Maurício, que jogou improvisado na lateral direita, hostilizaram Renato Gaúcho e vaiaram o time como um todo. Sem seus dois Thiagos, que estão em Pequim, e sofrendo com problemas de contusão e suspensão, o Tricolor precisa, urgentemente, da estréia de seus reforços: Éverton Santos e Eduardo Ratinho. Pensando bem, não é tão urgente assim.
O Fluminense começou melhor no primeiro tempo. O argentino Conca, que tem parecido estar mais solto sem a presença de Thiago Neves, conduzia muito bem sua equipe ao ataque, mas Dodô não estava em uma noite boa e um gol dificilmente sairia. Já o Inter jogava na base do contra-ataque e foi desta maneira que marcou seus dois gols, ambos com Nilmar. Vendo seu time perder por 2 a 0, já na primeira etapa, Renato Gaúcho colocou, aos 30, o atacante Somália em campo para fazer companhia a Dodô. A alteração só foi surtir efeito no segundo tempo.
Acomodado pela vantagem de dois gols no placar, o Internacional entrou em campo, para a segunda etapa, muito recuado, apenas com Nilmar isolado na frente. A nova cara do time dada por Somália aliada a preguiça de seu adversário fizeram o Tricolor dominar amplamente os primeiros 30 minutos do segundo tempo, chegando a marcar um gol com o esforçado Somália, aos 25. Até este momento, o Flu subia ao ataque de maneira organizada, sem dar chances de contra-ataque ao time do Sul. Mas nos últimos 15 minutos de jogo, o que se viu foi um Fluminense partindo para cima na base do desespero, devido ao pouco tempo restante. Com isso, a equipe de Tite passou a aproveitar os espaços deixados pelo seu adversário e a chance de sair o gol de empate do Flusão era a mesma do Inter marcar pela terceira vez. Apesar do movimentado final de jogo, o placar não foi alterado: Fluminense 1 x 2 Internacional.
A torcida colorada saiu do Maracanã comemorando a primeira vitória fora de casa de seu time neste Brasileirão. Melhor do que isso é saber que os reforços Daniel Carvalho, Gustavo Nery e D'Alessandro ainda nem estrearam e a equipe já demonstra força para brigar pelo título. Já o Fluminense vive uma situação bem diferente. A lua-de-mel entre o time e a torcida terminou, fato que ficou muito claro quando muitos torcedores tricolores comemoraram a expulsão de Maurício, que jogou improvisado na lateral direita, hostilizaram Renato Gaúcho e vaiaram o time como um todo. Sem seus dois Thiagos, que estão em Pequim, e sofrendo com problemas de contusão e suspensão, o Tricolor precisa, urgentemente, da estréia de seus reforços: Éverton Santos e Eduardo Ratinho. Pensando bem, não é tão urgente assim.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Nem goleada consegue espantar a crise.
O clima em São Januário, antes da partida de ontem entre Vasco e Atlético-Mg, era de pura tensão. A invasão da concentração vascaína por alguns torcedores, o abandono de Moraes e a constante hostilização aos jogadores, vinda da arquibancada, sinalizavam uma noite de pesadelo para a equipe carioca. Mas o que se viu em campo foi um passeio de Edmundo e companhia que aplicaram no Galo a segunda maior goleada do Brasileirão: 6 a 1.O jogo foi muito fácil para o Vasco. A equipe do Atlético não ofereceu resistência em momento algum dos 90 minutos e seu únicol gol foi devido a sorte do atacante Jael. O Time da Colina contou com uma noite inspirada de Wagner Diniz, que marcou duas vezes e ainda deu passe preciso para o gol de Leandro Amaral. Edmundo, Madson e Eduardo Luiz fecharam a goleada. Após a partida, Alexandre Gallo foi demitido do cargo de treinador do Atlético.
Uma goleada dessas costuma espantar a crise de qualquer time. Mas Edmundo fez questão de não deixar a paz voltar a aparecer em São Januário. Após a partida, o Animal declarou que Jean e Leandro Bonfim não jogaram por medo da torcida. Os dois acusados se defenderam dizendo que estavam machucados e por isso não foram a campo, sendo que Leandro Bonfim chegou a ironizar Edmundo falando que não sabia que seu companheiro de clube era médico. Para piorar a situação, a diretoria do Vasco anunciou que está disposta a negociar o meia Moraes e há boatos de que o zagueiro Luisão não quer jogar mais pelo Time da Colina.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Só faltou o gol.
Flamengo e Botafogo se enfrentaram, no último domingo, em jogo válido pela décima quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Para o Mengão, a vitória significava a retomada da liderança, que havia perdido para o Grêmio. Já para o clube preto e branco, ganhar o faria subir apenas uma posição na tabela. Mas nenhum dos dois times saiu de campo com os três pontos, pois o resultado final foi 0 a 0, mas que poderia muito bem ter sido um 2 a 2 ou 3 a 3.
Se toda a partida tivesse sido como o primeiro tempo, o resultado mais justo teria sido o 0 a 0. Os dois times pareciam estar sem vontade e os lances de emoção foram raros. Apesar do futebol pobre, pode-se dizer que o Flamengo foi melhor na primeira etapa, tendo criado a melhor chance dos primeiros 45 minutos. Obina recebeu a bola já quase dentro da área botafoguense, driblou o goleiro Castillo e chutou para o gol, mas o zagueiro Renato Silva apareceu para cortar quando a torcida rubro-negra já ameaçava gritar gol.
O futebol jogado na segunda etapa fez as duas torcidas saírem do estádio com a sensação que poderiam estar indo embora comentando um 2 a 2, por exemplo. O Botafogo tomou conta do segundo tempo, com destaque para Carlos Alberto que comandou a blitz alvinegra. O time de Ney Franco acertou a trave por duas vezes, com Wellington Paulista e Túlio, obrigou o goleiro Diego, que substituiu o titular Bruno, a trabalhar muito e ainda viu Fabio Luciano, zagueiro do Fla, salvar um gol em cima da linha. Como o Fogão comandava a partida, o Flamengo viu-se obrigado a jogar no contra-ataque. E dessa maneira, quase marcou em duas oportunidades, ambas com o atacante Éder. Para azar dos espectadores, os ataques dos dois times estavam em uma daquelas noites em que o jogo poderia ter 180 minutos que a bola não entraria no gol adversário.
O resultado final do clássico chamou a atenção para um problema das duas equipes, principalmente do Flamengo: a ineficiência dos atacantes. Este problema não é tão grave no Fogão, já que Wellington Paulista voltou a marcar após um longo jejum, mas a diretoria alvinegra já se mexeu e contratou os atacantes Gil e Zárate. Já no Mengão, a situação é mais complicada, pois o último gol de um atacante foi dia 09 de julho e o clube acabou de vender os homens de frente Souza e Marcinho. Para tentar solucionar o problema do ataque do Fla, Kléber Leite acertou a contratação de Vandinho, o terceiro maior artilheiro da temporada no Brasil, vindo do Avaí. Agora, resta aguardar as próximas rodadas para ver se ambas as diretorias acertaram nas compras.
Se toda a partida tivesse sido como o primeiro tempo, o resultado mais justo teria sido o 0 a 0. Os dois times pareciam estar sem vontade e os lances de emoção foram raros. Apesar do futebol pobre, pode-se dizer que o Flamengo foi melhor na primeira etapa, tendo criado a melhor chance dos primeiros 45 minutos. Obina recebeu a bola já quase dentro da área botafoguense, driblou o goleiro Castillo e chutou para o gol, mas o zagueiro Renato Silva apareceu para cortar quando a torcida rubro-negra já ameaçava gritar gol.
O futebol jogado na segunda etapa fez as duas torcidas saírem do estádio com a sensação que poderiam estar indo embora comentando um 2 a 2, por exemplo. O Botafogo tomou conta do segundo tempo, com destaque para Carlos Alberto que comandou a blitz alvinegra. O time de Ney Franco acertou a trave por duas vezes, com Wellington Paulista e Túlio, obrigou o goleiro Diego, que substituiu o titular Bruno, a trabalhar muito e ainda viu Fabio Luciano, zagueiro do Fla, salvar um gol em cima da linha. Como o Fogão comandava a partida, o Flamengo viu-se obrigado a jogar no contra-ataque. E dessa maneira, quase marcou em duas oportunidades, ambas com o atacante Éder. Para azar dos espectadores, os ataques dos dois times estavam em uma daquelas noites em que o jogo poderia ter 180 minutos que a bola não entraria no gol adversário.
O resultado final do clássico chamou a atenção para um problema das duas equipes, principalmente do Flamengo: a ineficiência dos atacantes. Este problema não é tão grave no Fogão, já que Wellington Paulista voltou a marcar após um longo jejum, mas a diretoria alvinegra já se mexeu e contratou os atacantes Gil e Zárate. Já no Mengão, a situação é mais complicada, pois o último gol de um atacante foi dia 09 de julho e o clube acabou de vender os homens de frente Souza e Marcinho. Para tentar solucionar o problema do ataque do Fla, Kléber Leite acertou a contratação de Vandinho, o terceiro maior artilheiro da temporada no Brasil, vindo do Avaí. Agora, resta aguardar as próximas rodadas para ver se ambas as diretorias acertaram nas compras.
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